Formação profissional em empresas

Como Financiar a Formação em Línguas da sua Equipa a Custo Zero através do FCT

A internacionalização e a excelência no atendimento global exigem equipas fluentes e preparadas…

… Isso já sabe, o que talvez não saiba é que a sua empresa pode capacitar os seus colaboradores com formação em línguas estrangeiras sem qualquer impacto no orçamento anual?

As recentes alterações ao Decreto Lei n.º 115/2023 trouxeram a reconversão do Fundo de Compensação do Trabalho (FCT). Graças a esta alteração, o saldo acumulado da sua empresa no FCT pode agora ser mobilizado para o financiamento de Formação Profissional Certificada (não financiada).

Isto significa que as empresas podem investir no desenvolvimento das equipas sem incorrer em custos adicionais, potenciando assim a competitividade e a qualificação dos recursos humanos.

 

Quem está abrangido e como pode mobilizar o valor FCT para o financiamento da Formação?

Ao contrário do que se possa pensar, o valor do Fundo disponível é por empresa, não por trabalhador. As contas individuais foram fundidas numa única conta global por empregador.

  • Trabalhadores elegíveis: A formação pode abranger todos os trabalhadores com vínculo contratual válido igual ou superior a 2 meses. (Nota: Não se incluem os estágios profissionais e/ou similares ).
  • Prazo limite: O prazo limite para o resgate do FCT é até 31/12/2026.
  • Despesas aceites: Os custos que justificam o pedido devem ter ocorrido a partir de 1 de janeiro de 2024 e ir até dezembro de 2026.
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Regras de Reembolso e a Importância do Planeamento

Não é possível pedir o reembolso fatura a fatura de forma ilimitada, pelo que é importante haver um bom planeamento para a realização dos pedidos de resgate. A lei estabelece limites claros:

  • Até 2 reembolsos, se o montante da empresa disponível em FCT for inferior a 400.000€.
  • Até 4 reembolsos, se o montante da empresa disponível em FCT for superior a 400.000€. Atingido o número máximo de reembolsos pagos, o empregador deixará de poder solicitar o reembolso do montante remanescente.
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3 Passos para Financiar a Formação com o FCT

Para utilizar estas verbas e avançar com a formação de línguas na Linguagest, o processo é simples, mas exige o cumprimento de requisitos legais fiscalizados pela ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho):

        1. Auscultação dos Trabalhadores

A mobilização do FCT requer comunicação prévia aos trabalhadores, com antecedência mínima de 10 dias consecutivos. Sendo a finalidade do resgaste para formação profissional, permite-se a comunicação simples por email a todos os trabalhadores, com a informação do valor que se pretende resgatar. Os trabalhadores têm 10 dias para se opor à mobilização dos montantes, caso considerem que a finalidade desrespeita a lei ou a igualdade de oportunidades.

Não existindo oposição, o passo seguinte é informar os trabalhadores que usufruirão das ações de formação.

        2. Pedido de Resgate na Plataforma

A decisão de adiantar ou aguardar pelo reembolso cabe ao empregador. O pedido é feito online através do acesso com as credenciais da Segurança Social Direta. O ciclo de aprovações e pagamentos dos pedidos de resgate é mensal. Ou seja, as transferências das verbas para os empregadores ocorrem no mês seguinte ao do pedido. Como tal, quanto mais cedo for submetido o pedido de resgate, mais cedo recuperará a verba. No pedido, deve ser indicado o montante, a finalidade e os trabalhadores que serão beneficiados.

        3. Guardar os Comprovativos

O empregador deve garantir que a mobilização se efetuou para o fim que declarou e manter documentação comprovativa para esse efeito. É recomendável manter documentação que permita demonstrar a realização da formação perante terceiros (cópias dos certificados de formação profissional emitidos aos trabalhadores, acesso ao DTP, etc.). Quando a empresa submete o pedido, tem também de declarar sob compromisso de honra o cumprimento do dever de auscultação.

 

A Linguagest pode ajudar!

Sendo a Linguagest uma entidade formadora certificada, os nossos cursos cumprem todos os requisitos legais para serem enquadrados neste financiamento.

Esta é a oportunidade ideal para desenhar um plano de formação à medida para as suas equipas comerciais, de front-office ou de gestão, garantindo que o idioma deixa de ser uma barreira e passa a ser a maior vantagem competitiva da sua empresa.

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Neurociência e Aprendizagem em Adultos: Por que a flexibilidade é a chave para a retenção

No dinâmico ecossistema corporativo atual, a capacidade de uma organização evoluir depende diretamente da agilidade de aprendizagem dos seus colaboradores.

Como afirmou o futurista Alvin Toffler: “O analfabeto do século XXI não será aquele que não sabe ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender.”

É pois neste enquadramento de agilidade de aprendizagem ou seja, de uma imperativa necessidade de “aprender, desaprender e reaprender” sob pena de obsolescência, que as empresas têm que desenvolver o planos de formação para as suas equipas.

No entanto, formar adultos i.e., cérebros maduros não resulta com a simples transferência de informação, requer o respeito pelos mecanismos biológicos e psicológicos que governam o cérebro maduro.

Num adulto, colaborador de uma empresa este processo de “ aprender, desaprender e reaprender ” não ocorre como um ato isolado da vida que acontece. O processo de aprendizagem disputa a atenção do formando entre diversas reuniões, fusos horários fiferentes e claro, responsabilidades familiares. É por isso que é tão relevante atentar à neurociência e à andragogia (vs pedagogia) como bases de um efetivo processo de aprendizagem e que valida o modelo híbrido e flexível como a solução definitiva para a retenção de conhecimento.

A aprendizagem do Adulto (Andragogia): Autonomia como Motor

A Andragogia, termo popularizado por Malcolm Knowles, postula que os adultos aprendem de forma distinta das crianças. Enquanto a pedagogia é frequentemente diretiva, a andragogia baseia-se no autoconceito de um indivíduo que caminha para a autonomia. Para o cérebro adulto, a relevância e o controlo sobre o processo de aprendizagem são determinantes para a libertação de dopamina, o neurotransmissor que facilita a capacidade do cérebro de fortalecer as conexões (sinapses) entre os neurónios em resposta a estímulos, aprendizagem, experiências, etc. (a plasticidade sináptica).

Segundo Knowles, um dos pilares da aprendizagem de adultos é a orientação para a prontidão. O profissional moderno só aprende eficazmente quando percebe que aquele conhecimento resolve um problema imediato na sua rotina. Ou seja,  um adulto prepara-se para aprender quando sente necessidade de saber algo para lidar com situações reais da sua vida pessoal ou profissional.

A aprendizagem e a Curva de Esquecimento

A neurociência moderna revela que a aprendizagem de línguas é uma das atividades mais complexas para o cérebro humano, envolvendo o córtex pré-frontal (função executiva), o lobo temporal (processamento auditivo) e a área de Broca (produção da fala). Para que estas redes neuronais se fortaleçam, a consistência ao longo do tempo é mais importante do que a uma forte intensidade circunscrita e isolada no tempo.

O neurocientista Hermann Ebbinghaus descreveu a “Curva do Esquecimento”, demonstrando que perdemos cerca de 70% da informação nova em 24 horas se não houver reforço. Num modelo exclusivamente presencial e rígido, o intervalo entre aulas pode comprometer a retenção dos conceitos.

Aqui, a componente e-learning autónomo atua como um sistema de suporte à memória de longo prazo. Ao permitir que o colaborador aceda a micro-conteúdos e exercícios de reforço no seu próprio ritmo. Com este processo, estamos a utilizar o princípio da repetição espaçada (spaced repetition), essencial para consolidar a memória sem sobrecarregar a carga cognitiva.

O Modelo Híbrido: A Sinergia entre o Social e o Digital

A eficácia da formação reside pois na integração de três vertentes que respondem a diferentes necessidades andragógicas / pedagógicas e biológicas:

O Valor do Grupo – Presencial e Online Síncrono: A Neurociência Social

O cérebro humano é um órgão social. O neurocientista Matthew Lieberman, em “Social: Why Our Brains Are Wired to Connect”, argumenta que a nossa necessidade de ligação social é tão fundamental quanto a de comida ou abrigo. Por isso a aprendizagem em grupo pode ser bastante relevante. Nas aulas em grupo (presenciais ou online), a interação em tempo real com professores e com colegas, ativa os neurónios-espelho, facilitando a imitação fonética e a empatia cultural. É o ambiente ideal para simular negociações e construir a coesão de equipa

O Poder da autonomia do E-learning: Redução da Carga Cognitiva

A Teoria da Carga Cognitiva, de John Sweller, alerta que a nossa memória de trabalho tem capacidade limitada, pelo que o acesso a plataformas de aprendizagem autónoma, como o e-learning, permite que o formando faça o “deep work” (em âmbito de aprendizagem linguistica podemos estar a falar da percepção das regras gramaticais e o aprofundar de vocabulário técnico) sem a pressão social do grupo. Isso respeita o ritmo circadiano de cada um — por exemplo, alguns colaboradores são mais produtivos e focados de manhã cedo, para outros a sua aprendizagem é mais eficiente à noite.

A Flexibilidade Logística: Cortisol vs. Aprendizagem

O stress é o maior inibidor da aprendizagem. Níveis elevados de cortisol bloqueiam o hipocampo, a área responsável pela formação de novas memórias. Ao oferecer aulas online ou nas instalações da empresa, tendencialmente existe uma mitigação do nível de stress inerente às deslocações e/ou ao conflito de agendas. Ao respeitarmos uma agenda estaremos a proporcionar um cérebro mais relaxado e pronto para absorver informação.

Vantagens Estratégicas da Formação Combinada

Ao adotar uma estratégia que integra o presencial, o online e o e-learning, as empresas garantem:

  1. Personalização Andragógica / Pedagógica: Resposta a diferentes estilos de aprendizagem (visuais, auditivos e cinestésicos).
  2. Inclusividade de Agendas: Possibilidade de formação para equipas em regime de teletrabalho, viagens de negócios ou turnos diferenciados.
  3. Escalabilidade: Capacidade de formar grandes grupos com a mesma qualidade, independentemente da localização geográfica.
  4. Monitorização de Progresso: Através das ferramentas digitais, o RH consegue métricas precisas de envolvimento e evolução.

Linguagest, o seu Parceiro na Gestão do Talento

“Aprender, desaprender e reaprender” não é um processo nem fácil, nem linear, é um ciclo contínuo que exige o parceiro certo.

A Linguagest não oferece apenas cursos de línguas; A Linguagest oferece um ecossistema de aprendizagem desenhado sobre os pilares da andragogia e da neurociência aplicada ao contexto corporativo.

Quando a Linguagest oferece flexibilidade entre o presencial, o online e o e-learning, não está apenas a dar conveniência logística; está a devolver ao formando o controlo andragógico sobre o seu próprio processo de aprendizagem e desenvolvimento.

Como expomos nas nossas soluções corporativas, a nossa metodologia foca-se na agilidade. Com professores nativos e soluções de formação totalmente personalizáveis, garantimos que a sua empresa mais do que “oferecer” formação aos seus colaboradores, constrói equipas capazes de comunicar com confiança e eficiência no mercado global.

Num mundo onde a única constante é a mudança, o domínio de idiomas é a ferramenta que permite à sua equipa estar mais próxima do Mundo e poder ler o amanhã.

Na Linguagest, estamos prontos para desenhar o plano de formação que respeita o cérebro dos seus colaboradores e os objetivos do seu negócio.

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Comunicação Empresarial: O Segredo da Produtividade e Eficiência Operacional nas Empresas

No âmbito da gestão empresarial em Portugal, a produtividade e a eficiência operacional são os “Santo Graal” de qualquer diretor. As empresas investem fortunas em softwares de gestão, otimizam cadeias de logística e analisam KPIs ao milímetro. O objetivo é claro: fazer mais, melhor e mais rápido.

No entanto, existe um “travão silencioso” que continua a ser subestimado em muitas organizações e que mina silenciosamente o retorno desses investimentos: a comunicação interna deficiente.

Num mercado cada vez mais global, onde o talento multicultural é a norma nas empresas portuguesas, ignorar o impacto das barreiras linguísticas não é apenas um lapso operacional — é um erro financeiro.

Equipas Multiculturais: Vantagem Competitiva ou Desafio de Gestão?

As equipas multiculturais trazem inovação, diversidade e uma visão global indispensável. Mas, sem uma boa estratégia de formação de línguas para empresas, são também desafios complexos e muito difíceis de gerir.

Quando uma reunião crítica com um parceiro espanhol depende do “portunhol”; quando a comunicação na sua equipa ou com clientes se faz com traduções improvisadas no Google Translate, ou através da boa vontade daquele colaborador que “até se desenrasca no inglês”, o problema deixa de ser pontual para se tornar estrutural.

Estas soluções de recurso têm consequências imediatas:

  • ⚠️ Ambiguidades nas instruções técnicas;
  • ⚠️ Aumento do risco de erro humano;

  • ⚠️ Qualidade reduzida na tomada de decisão estratégica.

Acima de tudo, a falta de fluência profissional limita o verdadeiro potencial do capital humano que a empresa contratou.

 

O Custo Oculto das Barreiras Linguísticas na Produtividade

A famosa cultura do “desenrasca” tem um preço elevado. A má comunicação funciona como areia numa engrenagem que se quer bem oleada e a rolar perfeitamente.

Como é que a falta de competências linguísticas afeta a operação diária?

  • 📉 Retrabalho constante: Perda de tempo em esclarecimentos posteriores e correção de erros evitáveis.
  • 📉 Carga cognitiva elevada: Colaboradores que gastam energia mental a tentar descodificar uma língua, em vez de se focarem na resolução do problema.
  • 📉 Inibição de ideias: Colaboradores brilhantes que hesitam em partilhar ideias complexas por insegurança no idioma.
  • 📉 Lentidão: Processos de decisão que deveriam demorar minutos, arrastam-se por horas ou dias.

Não se trata apenas de “saber falar”. Trata-se de Unlock Your Voice 

Trata-se de libertar a capacidade cognitiva das equipas para o que realmente interessa.

 

Formação de Línguas para Empresas: Muito Além da Fluência Básica

Para um Diretor de Formação ou de Recursos Humanos, é crucial perceber que ter colaboradores com “inglês básico” já não é suficiente.

As empresas modernas necessitam de competência linguística profissional, ajustada ao contexto do negócio, seja na área tecnológica, financeira ou comercial. Uma formação linguística corporativa bem estruturada e certificada, como a oferecida pela Linguagest, atua em quatro frentes:

  • 1️⃣ Acelera o Onboarding: Integração mais rápida de talento internacional.

  • 2️⃣ Reduz o Time-to-Productivity: Menor curva de aprendizagem em equipas mistas.

  • 3️⃣ Potencia a Colaboração: Equipas que se entendem e colaboram melhor.

  • 4️⃣ Retenção de Talento: O investimento na formação é valorizado pelos colaboradores.

O Risco Financeiro é Real (Dados de Mercado)

As barreiras linguísticas impactam diretamente o “bottom line”. Estudos indicam que quase metade (49%) dos executivos globais reportam perdas financeiras devido a falhas de comunicação intercultural, incluindo:

  • ❗️Contratos mal interpretados e penalizações legais;

  • ❗️Negociações comerciais falhadas;

  • ❗️Atrasos em projetos críticos;

  • ❗️Má experiência de cliente (CX) em mercados internacionais.

 

Como Medir o ROI da Formação em Línguas?

A formação deixou de ser uma “despesa” difícil de justificar para se tornar um investimento mensurável. Hoje, é possível calcular o ROI (Retorno sobre o Investimento) da formação linguística através de indicadores concretos:

  • ✅ Redução percentual de erros operacionais;

  • ✅ Diminuição das horas de retrabalho;

  • ✅ Aumento da taxa de conversão em vendas internacionais;

  • ✅ Melhoria nos inquéritos de satisfação interna e clima organizacional.

Ao transformar a Formação em línguas numa decisão baseada em dados objetivos, a empresa ganha controlo sobre os seus resultados.

 

A Importância da Certificação e Qualidade (QECR)

Para garantir que o investimento traz retorno, a formação não pode ser informal. A certificação linguística, baseada em referenciais como o QECR (Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas), é a única forma de garantir qualidade.

A certificação permite às empresas:

  • 🔹 Padronizar níveis de competência (saber exatamente o que significa “Nível B2”);

  • 🔹 Apoiar a mobilidade interna com critérios justos;

  • 🔹 Estruturar planos de carreira transparentes.

Leitura recomendada: Quer aprofundar este tema? Leia o nosso artigo sobre Certificação em línguas! Porquê? e descubra como validar as competências da sua equipa.

 

Conclusão: A Comunicação é o seu Acelerador ou o seu Travão?

A pergunta que os gestores e decisores devem colocar hoje não é “Quanto custa um curso de línguas?”. A verdadeira pergunta é: “Quanto custa à minha empresa, todos os dias, NÃO ter um programa de formação linguística estruturado?”

Horas perdidas, oportunidades desperdiçadas e a frustração das equipas são custos invisíveis que corroem a margem de lucro.

Na Linguagest, simplificámos a nossa oferta para garantir a máxima qualidade e os melhores resultados para a sua organização.

Está na hora de transformar a comunicação num acelerador de performance da sua empresa.

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Aprender Línguas nas empresas. Ou, porque investir em Competências Linguísticas é Essencial para o Negócio?

Num mercado globalizado, altamente interconectado, muito exigente e em constante e acelerada mudança, acreditamos que é consensual dizer que o ativo mais valioso de uma organização são os seus colaboradores e as competências que estes possuem (ou desenvolvem) para fazer evoluir as organizações percebendo os vários desafios que se colocam e qual a forma mais adequada de lhes responder.

Entre estas, as competências linguísticas que permitem a comunicação interna entre os colaboradores e entre estes e parceiros e clientes, são fundamentais. Saber línguas, dominar o inglês e, dependendo da organização a língua mais corrente na mesma, deixou de ser um extra desejável (um “nice to have”) para se tornar um imperativo estratégico para a sustentabilidade e crescimento de qualquer negócio (um “must have” universal nas organizações).

Dados recentes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) indicam uma realidade incontornável em Portugal: em 2022, 54% das vagas de emprego exigiam conhecimento de Inglês. Este número sublinha que a fluência linguística é a nova literacia no ambiente corporativo, sendo a porta de entrada para o talento e a mobilidade. Para as empresas, isto significa que a falta de competências linguísticas na sua equipa não é apenas um obstáculo, mas uma limitação direta à atração de talentos e à capacidade de inovar.

Mais do que Inglês: A Comunicação como Vantagem Competitiva

Embora o Inglês se mantenha como a lingua franca dos negócios, a verdadeira vantagem reside na capacidade de comunicar com clareza em múltiplas línguas e culturas. O investimento em formação linguística para os seus colaboradores é um investimento com retorno em várias frentes:

Potenciar o Ambiente Interno e a Coesão Empresarial

Em empresas com filiais ou equipas multiculturais, a ausência de um idioma de conhecimento comum e universal resulta em mal-entendidos, atrasos na tomada de decisão e diminuição da coesão. Colaboradores com competências linguísticas sólidas comunicam de forma mais eficiente, partilham conhecimento com maior facilidade e sentem-se mais integrados, o que aumenta a produtividade e reduz o turnover.

Relações Externas Fortalecidas: Clientes e Fornecedores

A fluência em línguas estrangeiras humaniza as relações de negócio. Permite que as equipas de Vendas e Customer Service estabeleçam uma ligação mais profunda com clientes e parceiros internacionais. A capacidade de negociar diretamente, sem intermediários ou a dependência de traduções automáticas, demonstra respeito e profissionalismo, solidificando a confiança.

No relacionamento com fornecedores globais, a comunicação em outra língua é fundamental para evitar equívocos, nomeadamente no estabelecimento dos prazos, na definição das especificações técnicas e das condições contratuais, minimizando erros dispendiosos na cadeia de abastecimento e logística.

Um Investimento Inteligente para o Negócio

A formação em línguas não é um custo é sim, um investimento direto na capacidade de expansão da sua empresa. Colaboradores multilingues são a força motriz para a abertura de novos mercados, a participação em projetos internacionais e a captação de novas receitas.

Na Linguagest, sabemos que a formação deve ser flexível e ajustada às necessidades do setor – seja no Rigor Técnico da Logística, na Empatia do Setor da Saúde, ou na Precisão da Consultoria. Oferecemos soluções personalizadas (presenciais, online, ou e-learning) desenhadas para as especificidades do seu negócio e o ritmo dos seus colaboradores.

O momento de planear a formação da sua equipa é agora. Garanta que os seus colaboradores estão munidos das competências linguísticas necessárias não apenas para cumprir as exigências do mercado atual, mas para se tornarem os líderes e impulsionadores do futuro da sua empresa.

Não hesite em contactar-nos para projetarmos a melhor resposta às necessidades de aprendizagem de línguas dos seus colaboradores e desbloquearmos o próximo nível de crescimento da sua organização. Visite-nos e peça uma proposta grátis aqui.

Por Linguagest – Formação Profissional em Línguas